Atenção: Essa resenha contém spoilers de Divergente e Insurgente
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. O livro, que chega ao Brasil no momento em que Divergente estreia nos cinemas, alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times e foi o título mais vendido pela gigante Amazon no segmento infantojuvenil em 2013.
Avaliação: ☻☻☻☺☺ (3/5) 528 Páginas Rocco
Eu quero matar a Veronica Roth! Caramba, não consegui nem dormir direito depois que eu terminei o livro, e olha que eu já sabia o final. Por favor, produtores, escritores e futuros diretores dos filmes, mudem isso, eu imploro! kkk'
Depois dos acontecimentos de Insurgente, e Tris e Quatro - eu gosto de chamar ele assim, prefiro assim do que Tobias - exporem o vídeo de Edith Prior e revelarem que existem pessoas lá fora da cerca que colocaram eles ali dentro para que quando tivessem uma população grande de Divergentes eles saíssem para ajuda-los. O problema é que Evelyn Eaton não está gostando muito dessa ideia, não, e proibiu qualquer um de sair da cidade, e também determinou o fim das facções, mas como vocês bem conhecem a Tris e o Tobias, como eu, sabem que eles não vão obedecer... só que tem um porém, algumas coisas que essa Edith falou no vídeo podem não ser bem daquele jeito.




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