segunda-feira, 29 de julho de 2013

Resenha: Anna e o Beijo Frances - Stephanie Perkins

“Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer? Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos formigando e corações derretendo.

Anna e o Beijos Frances foi um livro que eu deixei me enganar pela capa, e pelo titulo. Quando eu vi ele pela primeira vez, a mais de um ano atras, eu achei que se tratava de um livro bobo, chato e entediante, então acabei não o lendo porque julguei sem saber direito. Ainda bem que esse ano resolvi lhe dar uma segunda chance, vi muitas pessoas dizendo que amaram e fui ler... E me apaixonei!

Anna é uma garota normal do ensino médio, com um pai escritor de livros dramáticos - durante o livro realmente me lembrou Nicholas Sparks - que resolve manda-la para fazer o seu ultimo ano em um "colégio interno" em Paris, mesmo contra a sua vontade - que tipo de pessoa reclama de ir para Paris? Ainda longe dos pais? Lá ela acaba conhecendo Étienne St. Clair - mas pode chama-lo só de St. Clair, é assim que todo mundo chama ele mesmo - um garoto americano com sotaque inglês e nome francês -confuso? Tem uma explicação no livro. Ele e ela acabam virando melhores amigos, mas querendo mais... "Mas será que eles querem mais mesmo?" Essa é a pergunta que eles se fazem o livro todo. O problema é que os dois não estão "disponíveis". Anna tem um inicio de relacionamento que foi deixado nos EUA, e St. Clair tem uma namorada na faculdade, ali mesmo na França.

O livro é super engraçado, e muito fofo. Os personagens são engraçados e fofos, mas como nem tudo são flores tem alguns defeitos. Anna é legal, realmente parece uma garota normal, mas eu acho ela um pouco sensível de mais, ela chora por quase tudo, o que é chato. St. Clair parece um verdadeiro cavalheiro, com um temperamento um pouquinho estourado, e seus valores.

O cenário não poderia ser melhor, a Cidade Luz, Paris... minha amada Paris! Cheia de charme, com seu glamour, romance e mesmo assim clássica! Tenho que admitir que um dos motivos para eu querer continuar lendo o livro mais e mais foi a cidade.

A narrativa é rápida, engraçada e leve, como um verdadeiro Young Adult. Bem escrito e de fácil entendimento, mas com alguns trocadilhos em inglês que talvez só quem saiba irá rir. Stephanie soube como descrever os locais e como montar uma Paris na cabeça do leitor. Ainda tem algumas palavras em Frances! Graças a Steph - olha a intimidade haha - já sei como comprar um ingresso para o cinema quando for para lá.

O final é obvio desde o inicio do livro, na realidade desde que você lê a sinopse, mas mesmo assim você lê torcendo pra ele acontecer e até brigando com os personagens - principalmente com a melhor amiga da Anna. E fica aquele gostinho de quero mais na sua boca depois que termina o livro.

A capa acabou fazendo com que eu achasse que o livro iria ser chato, mas se eu olhar bem ela até que é bonita. Eu não gostei muito de terem colocado a foto de uma garota na capa para ela ser a Anna - e ainda sem o perfil dela -, mas não vou reclamar, em alguns países colocaram o St. Cair na capa também, eu teria pirado se não pudesse imaginar ele do meu jeito.

Recomendo esse livro para quem é leitor de primeira viagem - estou até pensando em dar ele para a minha amiga que nunca leu um livro inteiro - e pra quem quer ler alguma coisa só para se distrair, e gostar de um romance fofinho e bem humorado.

Ficha Técnica: 
Autor: Stephanie Perkins
País: EUA

Idioma: Português (lido)

Gênero(s): Romance, Young - Adult
Editora: Novo Conceito
Data de publicação: 2011
Páginas: 288
Frase: 
"Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, balinhas mágicas ou aulas de voo".

O livro tem uma "continuação", chamada Lola e o Garoto da Casa ao Lado, só que não tem nada a ver com esse livro, ele só é considerado por ter um crossover de personagens. Mas a Anna e o St. Clair aparece fazendo uma participação especial.
Avaliação:
☺☺☺☺ (4/5)

Resenha: A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros", livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do "The New York Times".

Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.

Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Quem nunca ouviu falar de A Menina que Roubava Livros? Provavelmente daqui alguns anos será considerada um clássico. Odiada por uns e amada por outros, essa a historia da Menina que Roubava Livros... que tem uma narradora mais que inusitada, A Morte.

Quando a morte conta uma historia você tem que parar para ouvir.

Eu não sei como falar desse livro, como descreve-lo. Acho que tudo o que eu possa dizer seja spoiler ou talvez de uma impressão errada. Mas vou tentar.

O livro conta a historia de Liesel Meminger e seus três encontros com a morte. No primeiro deles, ela está em um trem com seu irmãozinho e sua mãe biológica indo para a cidade de Molching, onde a sua mãe teria que entrega-la a uma nova família pois o governo não quer mais que ela fique com seus filhos, é nesse trem, durante essa viagem que a morte a vê pela primeira vez. É a partir dai a historia começa a ser narrada, com uma Liesel na Alemanha nazista de 1939 sendo entregue aos Huberman, logo após roubar o seu primeiro livro "O Manual do Coveiro", enquanto ainda era analfabeta. E ela não para por ai, enquanto vai sendo alfabetizada pelo seu novo pai, se acostumando com essa nova vida, ela rouba outro livro, e outro, e outro... e assim se faz a fama da Menina que Roubava Livros.

A narração desse livro é um pouco diferente, quando eu fui lê-lo eu ainda não havia lido a sinopse, fui ler só porque era famoso e muitas pessoas falavam bem. Na minha primeira tentativa não fui muito longe, por se passar em uma Alemanha da 2ª Guerra Mundial, e ser um livro famoso, muitas pessoas acham que acontece alguma coisa o tempo todo, já eu nem sabia o que esperar e achei chato, não acontecia nada, eu pensava "Onde isso vai levar?" "Ok... qual é o motivo desse livro?". Pois é, esse livro, pra mim, foi um livro que eu comecei me esforçando para ler - digamos que A Morte não sabe guardar o que vai acontecer por muito tempo - e fui me apaixonando gradativamente, como se cai no sono, sem nem notar - ok, frase de A Culpa é das Estrelas kk -, e com o passar do livro o que eu me obrigava a ler começou a não existir mais, e no final eu não queria mais nem largar. Não se enganem o pensamento de "Por que ficar falando tudo isso?" vai até o final do livro, onde você finalmente vê o porque da narração ser daquele jeito, o que o Markus queria com isso, e que você estava apaixonada pelo o livro. Então por favor se você for ler não desista dele, vá até o final.

Um aspecto negativo da narração é que as vezes ela vai ficando tão "nada está acontecendo" que você acaba se desligando um pouco. E outro é que o livro exagera um pouquinho nas metáforas, mas isso não atrapalha em nada a obra.

Ele é ambientado na Alemanha nazista de 1939 - 1943, o que no inicio me fez pensar que eu iria odiar os personagens, pois eles seriam nazistas, filhotes do Hitler - se tem uma pessoa que eu odeio nesse mundo, viva ou morta, é Adolf Hitler. Mas não foi bem assim, odiei alguns, fiquei com nojo por alguns momentos, mas geralmente me compadecia. Esse livro me mostrou que os alemães também sofreram durante a Guerra, e muito, o que fez aumentar ainda mais o meu ódio do Hitler.

O final do livro, como eu já disse, é o motivo pelo qual o livro foi daquele jeito o tempo todo. Se a narração não fosse aquela, nós não nos apaixonaríamos pelos personagens do mesmo jeito e não teríamos os litros de água derramados, e não seria conseguido a nossa reação do mesmo jeito.

A capa brasileira é linda, Intrínseca fez um trabalho maravilhoso, já que ela é muito melhor do que a dos outros países. Mas tenho que admitir que a primeira vez que eu vi a capa pensei que a historia se passava na Russia... o loucura a minha. A capa americana que eu achei meio feia, e sem muito sentido. A nossa, depois de ler o livro fica claro que é a morte andando por uma Alemanha cheia de neve. A original também, mas ainda acho a nossa, com um jogo de cores melhor.

Recomendo esse livro para quem tem paciência, e não é um livro que qualquer leitor de primeira viagem vá gostar de ler, então se você for dá de presente ele tenha certeza de que quem irá recebe-lo não é o tipo de pessoa que só lê Jogos Vorazes, Harry Potter e Crepúsculo - nada contra, eu amo esses livros - porque se for, ela não vai gostar.

Ficha Técnica:
Autor: Markus Zusak
País: Australia
Idioma: Português (lido)
Gênero(s): Ficção
Editora: Intrínseca 
Data de publicação: 2007

Páginas: 480
Frase: 
"Os seres humanos me assombram"
Avaliação:
☺☺☺☺☺(5/5)

Resenha: Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyers

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.

Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. 
Se você pretende ler esse livro, você tem que fazer três coisas: Abrir a sua mente, preparar o seu coração e saber que ele vai ficar na sua cabeça por um bom tempo.

Will era um cara que sabia aproveitar a vida, ou pelo menos tentava ao máximo. Ele era um executivo bem sucedido, ganhando rios de dinheiro, e praticando esportes radicais em seu tempo livre. Uma viagem perfeita para ele seria cheia de adrenalina, e um pesadelo seria ficar em um spa parado, ele odiava isso. Até que um dia, enquanto atravessava uma rua de Londres, foi atropelado por uma moto em alta velocidade que o deixou preso em uma cadeira de rodas, tetraplégico. Seu pior pesadelo, onde ele fica totalmente amargurado, querendo dar um fim em tudo aquilo. Onde também precisa de um enfermeiro particular e uma pessoa contratada para lhe fazer companhia.

Lou é uma garota sem muitas muitas ambições pra vida, só querendo arrumar um emprego desde que o café onde trabalhava fechou. Ela não liga muito para as coisas, não liga se não ganha muito, não liga se seu namorado não é tão atencioso ou se não gosta tanto dela quanto deveria. Mas é feliz, sabe rir e contamina as pessoas a sua volta. Precisando de emprego, e com as opções sendo trabalhar em uma fabrica de frangos nojentos ou cuidar de um tetraplégico, ela escolhe a segunda. E é assim que a mãe de Will acaba contratando ela por 6 meses - "6 meses? Por que 6 meses?" Tenham essa pergunta em mente...- para não só fazer comida e dá-la para Will, mas principalmente pra ser uma amiga, para tentar devolver cor aos dias dele e isso tem que ser feito nesses 6 meses, ela não pode falhar. Se ela vai conseguir isso ou não? Se vai conseguir o que a mãe dele realmente quer? Eu não posso dizer, mas isso vai mudar completamente os dois.

Se você for ler esse livro esperando um conto de fadas, irá se decepcionar. Eu fiz isso, e acabei me decepcionando na hora por isso, mas agora, depois de já ter lido a quase duas semanas eu consigo dizer que ele é lindo.

Muitas pessoas falam que não gostaram dos outros livros da Jojo Moyes, mas que amaram esse e ela surpreendeu. Eu não li nem um outro livro dela antes desse, então não posso comparar, mas posso dizer que ela realmente foi incrível, e fez uma historia de amor mesmo, não paixão; abordando um tema bastante delicado e polemico. A escrita do livro foi ótima, a leitura não foi muito rápida, foi como uma leitura normal, se você se interessar vai rápido, se não é  lenta.

O final do livro me decepcionou um pouco, já que eu esperava - como eu já disse - um conto de fadas com um final feliz, e não é isso que tem nesse livro. Eu sei que isso que eu acabei de falar é meio spoiler, e assim que você estiver na metade do livro você vai saber o final pelo o que eu falei, mas eu queria preveni-los porque ele vai ficar na cabeça de vocês por muito tempo.

A capa é linda, meus parabéns para o designer, fez um ótimos trabalho.

Indico esse livro para quem gosta de Nicholas Sparks, e gostou Um Amor Para Recordar. E claro se você aguentar um romance de acabar com varias caixas de lenço de papel, vai enfrente, você não vai se arrepender.
Ficha Técnica:
Autor: Jojo Moyes

País: EUA
Idioma: Português (lido)
Gênero(s): Romance
Editora: Intrínseca 
Data de publicação: 2013
Páginas: 320
Avaliação:
☺☺☺ (3/5)

Livros durante as ferias

Durante as minhas duas miseras semanas de ferias, eu li alguns livros e acabei terminando o meu desafio do ano no Goodreads. Como estava um pouco frio na região onde eu moro - nevando - acabei tendo que ficar em casa na maior parte do tempo, ou na frente de um aquecedor, então o numero que normalmente seria três, acabou se transformando em seis.

Eu ficava pensando em fazer as resenhas assim que terminasse, mas eu acabei lendo muitos livros, então quando li o ultimo durante as ferias (Divergente), acabei vendo que era muita resenha pra fazer junto e que talvez algum detalhe se perdesse e fiquei com preguiça. Por esses motivos - principalmente o segundo - acabei não fazendo de alguns. Confira a baixo quais livros eu li e quais terão resenha.

Sim, esse é o livro da foto do post e foi o primeiro que eu li nas ferias,começando

 no finzinho do meu ultimo dia de aula. Eu gostei muito dele e agora sei porque a Sophie Kinsella é tão querida por tantos, ela é hilaria! Mas infelizmente, por esse livro ser o primeiro que eu li e não ter muito sobre o que falar - já que ele é um clássico Chick-lit - ele não terá resenha, mas recomendo para quem quiser se divertir.

Esse livro foi o segundo que eu li nas ferias - sim, está em ordem - e ele vai sim ter resenha aqui no Blog!

Esse é o segundo livro da serie Os Lobos de Mercy Falls,que tem o primeiro volumo com o titulo Calafrio. Esse livro não vai ter resenha no Blog, por enquanto, porque como ele é o segundo livro de um serie, ele vai ter que ter a resenha do primeiro postada, e como eu ainda não postei, terei que fazer a resenha do primeiro para depois poder postar a desse.
 Mas já adiantando, não é um dos meus livros favoritos, não. Ps: Terceiro livro que eu li nas ferias!

Quarto livro que li nas ferias, difícil de resenhar, mas terá resenha aqui no blog!


Esse foi o quinto livro que li nas ferias, e gostei muito. Vai ter resenha aqui no blog!



Esse foi o sexto e ultimo livro que deu tempo para eu terminar nas ferias - porque uma amiga minha veio passar uma semana na minha cidade e ai já viu kk -, até comecei a ler Insurgente, o segundo da serie, sábado, mas não terminei a tempo. Sim, vai ter resenha no blog!

PS: Peço desculpas pela configuração, estou brigando com ela, mas não consigo fazer funcionar!

domingo, 23 de junho de 2013

TOP 5: Rock que todos conhecem

Rock é o estilo musical mais falado, comentado e amado hoje em dia. Alguns não são muito fãs, outros gostam, e para outro é vida. Mesmo se você for do grupo que não "é fã", e só escute outro tipo de música eu duvido que você não conheça as musicas a seguir, afinal elas devem ser as musicas de rock mais famosas do mundo. Dê play e confira.

1.Satisfaction - Rolling Stones


2.Hey Jude - Beatles


3.I Love Rock'n Roll - Joan Jett 



4.Imagine - John Lennon



5.We Will Rock You - Queen

sábado, 22 de junho de 2013

Moda: Jaqueta de Couro

Jaqueta de Couro, uma peça que até já sofreu preconceito e hoje em dia é peça básica no guarda roupa das mulheres. Ela pode ser usada de qualquer jeito, com jeans, tênis, salto, vestido, shorts, social ou informal... ela dá com tudo, e ainda finaliza o look com chave de ouro. A minha eu comprei no fim do ano passado, lá em Nova York, antes de todo esse alvoroço de atualmente, ou vai me dizer que você nunca viu nenhuma mulher com uma?
Preta, branca, azul, verde, vermelha, roxa, rosa... e por ai vai, são muitas cores e todas elas vieram pra moda na jaqueta, e definem bem o estilo de quem tem. Se você for mais clássica provavelmente vai ter uma preta; se for mais fashionista deve querer uma Azul ou roxa; se for patricinha deve ser rosa ou até mesmo branco; e etc.
Deixando pra lá todo esse blah blah blah, vamos ao que interessa: Você pode ter uma, querer uma, ou até já usar uma, mas sabe usar direito? É super fácil...eu vou tentar ensinar isso pra vocês hoje.
Uma dica: Se você for um pouco mais gordinha, pode usar uma jaqueta mais acinturada aberta com uma blusinha meio soltinha por baixo pra disfarçar a barriguinha.
Fashionista - Colorida - Sempre que você usar uma jaqueta colorida, não importa o que você coloque em baixo vai passar uma impressão e uma imagem de fashionista. Tome cuidado para as cores não brigarem, a jaqueta de couro da com tudo, mas a cor não.
Girlie - Vestido claro estampadinho & Jaqueta Preta ou Branca - Com essa combinação a jaqueta acaba dando uma ar mais rock ao look, mas mesmo assim continua super feminino e fofo, principalmente se você ainda usar uma sapatilha clarinha.

Boho - Saião & Jaqueta normal ou curta, Preta ou Bege - se você tem um estilo mais hippie deve preferir essa combinação que vai dar um ar mais folk. A foto a cima não é bem um exemplo de boho, mas deu pra ter uma ideia.

sábado, 1 de junho de 2013

Resenha: A Culpa é das Estrelas - John Green

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Avaliação: ☻☻☻☻☻ (5/5)     288 Páginas      Intrínseca 


Esse foi o ultimo livro que li ano passado, antes de viajar para Nova Iorque, por isso não pude fazer uma resenha aqui, não tive tempo. Li ele antes de virar modinha, antes de todos "amarem" e serem "encantadas' por ele sem ao menos ter lido, e quero deixar isso bem claro aqui, eu sou uma das leitoras que enteu e amou de verdade essa estoria.

Bem, eu li esse livro no inicio de Dezembro do ano passado quando eu estava olhando um site de livros e vi essa capa, eu sabia que já tinha visto ela antes, e que esse seria um livro importante pra mim... e foi. Ps.: A primeira vez que eu li esse livro eu estava indo para Nova York no dia seguinte, então nem tive muito tempo de ficar pensando sobre ele, já quando reli ele não saiu da minha cabeça por um tempão.


Contei ao Augustus a versão resumida do meu milagre: diagnosticada com câncer de tireoide em estágio IV aos treze anos.Não contei que o diagnóstico veio três meses depois da minha primeira menstruação. Tipo: Parabéns! Você já é uma mulher. Agora morra!
- Hazel Grace.


No inicio do livro somos apresentados a Hazel, uma garota que tem câncer na Tireoide - o qual já tomou seus pulmões - e só ainda está viva graças a um remédio que fez o câncer parar de evoluir. Ela sabe que seu câncer não tem jeito e que ele vai mata-la, por isso ela estava num estado de "depressão que não é depressão", até que um dia - com muito desanimo - ela vai a uma reunião do grupo de crianças com câncer, do qual ela faz parte,  lá ela vê Guss pela primeira vez, e é a partir dai que tudo começa.


Augusto Waters -
 Dezessete anos, alto, magro. É bonito e sabe muito bem disso. Gosta de música, livros e games. Grande adepto das ressonâncias metafóricas e da direção segura, na medida do possível. Seu osteossarcoma está em remissão há mais de um ano. E ele não tem medo de ir atrás da felicidade.   

Hazel Grace -
 
Dezesseis anos. Olhos verdes e pele clara.Leitora voraz, tem uma sensibilidade bastante própria, ideias afiadas e câncer de tireoide com metástase nos pulmões. Gosta de All Stars Chuck Taylors, tem um livro de cabeceira e sabe o que Magritte quis dizer com “Isso não é um cachimbo”. Está bem, viva o Falanxifor!

- John Green


Guss - barra Augusto - foi acompanhar seu amigo em mais uma das reuniões do grupo. Ele já teve Câncer nos ossos, mas está completamente curado. Guss tem a maior pinta de Bad Boy, com seu sorriso de cafajeste e pose, mas na verdade ele é um cara de bom coração, inteligente, amoroso, e cheio de metáforas.


"É uma metáfora, eles não matam se você não acender. Tipo: você coloca a coisa que mata entre os dentes, mas não dá a ela o poder de completar o serviço"
- Augusto se explicando sobre o que um cigarro está fazendo em sua boca.


 Hanzel é uma garota, que pelo o que se dá a entender era muito feliz e bonita antes de descobrir o Câncer, e que depois acabou se acabando um pouco e parou de se importar com a beleza, e começou a pensar naqueles que ama e como poderia fazer o máximo para que quando ela morresse eles sofressem o minimo.


"Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de vítimas"

- Hazel


O que importa no livro não é o que acontece, mas como acontece. O mais bonito com certeza são as frases, mas também tem o fato de John ter conseguido pegar um assunto tão triste e tabu,  e transforma-lo em algo que você possa falar, rir, encarar, conviver, chorar, sem tirar a importância nem por um instante. Esse não é meu tipo de leitura, mas fui fisgada por tudo isso.


- OK.
- OK.


John Green com certeza se tornou um dos meus escritores favoritos, já que além de ter todas essa capacidade unica para falar sobre esses assuntos dessa maneira em um livro, ele também é completamente pirado! Depois que terminei de ler A Culpa é das Estrelas vi um video dele, e terminei de me apaixonar por esse louco - haha. Recentemente li outro livro dele, O Teorema de Katherine, não é nenhum pouco como esse, mas na resenha futura dele falo mais, ele tem muita matemática no meio e o principal é um nerd.... e com isso pude descobrir que além de genial, ótimo escritor, formador de frases lindas, e louco, ele também sabe diversificar muito bem.


Alguns infinitos são maiores que outros.

O final eu já previ lá no meio - junto com mais duas possibilidades - mas como eu já disse o que importa não é o que acontece, e sim como acontece. E a forma de como ele acontece é linda.

E pra quem não entender porque o livro tem esse nome, em Julio César, de Shakespeare, é dito " A culpa, meu caro Brutos, não é das estrelas" para expressar que eles podem fazer algo para mudar a situação, que está na mão deles; já em A Culpa é das Estrelas, John quer dizer que nada que eles façam vai mudar a realidade, que não está nas mãos deles, que está na mão do destino, que a culpa é sim das estrelas.
Indico para qualquer pessoa que estiver disposta a rir e a chorar, e que tiver ao menos uma pitadinha de alma poética.


O livro vai virar filme, estrelado pela atriz Shailene Woodley, a Amy de A Vida Secreta de uma Adolescente Ameicana, e agora Mary Jane de O Espetacular Homem - Aranha 2 e estrela de Divergente.

Frase:


Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo.